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Mamdani acusa Israel de genocídio em mensagem do 7 de outubro e provoca fúria

2 min de leitura

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, usou o comunicado divulgado na quarta-feira (7), no terceiro aniversário dos ataques de 7 de outubro de 2023, para acusar Israel de cometer "crimes de guerra" em um "genocídio em curso" na Faixa de Gaza. O texto provocou reação imediata de lideranças judaicas e de políticos, incluindo aliados.

Segundo o New York Post, menos de um quarto do comunicado de 211 palavras foi dedicado às vítimas: mais de 1.100 israelenses mortos e 251 sequestrados pelo Hamas. A maior parte do texto concentrou-se em críticas às operações israelenses em Gaza, e a palavra "judeus" não aparece em nenhum momento.

"O sofrimento não começou nem terminou naquele dia. Ele continuou através do genocídio devastador e em curso do governo israelense em Gaza", escreveu Mamdani, citando números do Ministério da Saúde controlado pelo Hamas.

O CEO da Liga Antidifamação (ADL), Jonathan Greenblatt, criticou o comunicado por não condenar o Hamas com clareza. O rabino Rick Jacobs e o vereador Eric Dinowitz também criticaram o tom da mensagem. A governadora Kathy Hochul, que já defendeu o prefeito de acusações de antissemitismo, divulgou nota própria lembrando que o 7 de outubro foi o dia mais mortal para o povo judeu desde o Holocausto.

Na mesma noite, Mamdani foi vaiado ao comparecer a uma vigília à luz de velas na Union Square, no centro de Manhattan. Em entrevista à NY1 após a repercussão, ele manteve o teor do comunicado e voltou a criticar Israel.

As informações são do NY Post.

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