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A tempestade tropical Dolly se formou na manhã de quinta-feira no Atlântico central e deve ter vida curta, segundo previsão do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês).
De acordo com o boletim das 11h daquele dia, Dolly apresentava ventos máximos sustentados de 64 km/h (40 mph), com rajadas de até 80 km/h (50 mph). O sistema, que antes era monitorado como Invest 96L, é a quarta tempestade nomeada da temporada de furacões do Atlântico de 2026.
Dolly se deslocava rapidamente para oeste, a uma velocidade de 39 km/h (24 mph). Meteorologistas esperam que o sistema permaneça como tempestade tropical pelos próximos dias, antes de perder força e se transformar em uma onda tropical até o fim de semana.
Trajetória prevista e incertezas
A previsão indica que Dolly deve se aproximar das Pequenas Antilhas do Norte neste fim de semana. Moradores das ilhas foram orientados a continuar acompanhando a evolução do sistema.
Segundo o boletim, ainda há incerteza significativa sobre o caminho que os remanescentes de Dolly vão seguir na próxima semana. A equipe de meteorologia do canal americano WFTV informou que vai continuar monitorando o sistema em busca de mudanças.
Fora de Dolly, nenhuma outra atividade tropical relevante é esperada na bacia do Atlântico nos próximos sete dias, de acordo com a mesma fonte.
Temporada entra no pico
A formação de Dolly ocorre no momento em que a temporada de furacões do Atlântico entra em seu período climatológico de pico, quando historicamente aumenta a probabilidade de novos sistemas se desenvolverem nas próximas semanas.
Moradores de áreas costeiras dos Estados Unidos, incluindo comunidades brasileiras na Flórida, costumam ser orientados a acompanhar boletins oficiais do NHC durante esse período do ano, já que a trajetória de tempestades tropicais pode mudar rapidamente.
